Crise leva brasileiros a abrirem novos negócios sem preparo ou garantias – Fenacon

Fonte: Crise leva brasileiros a abrirem novos negócios sem preparo ou garantias – Fenacon

Retenção de talentos é a palavra de ordem neste ano

Dessa forma, é fundamental responder à pergunta: como é possível reter os talentos que tornam a sua corporação diferenciada?

O Global Recruiting Trends 2016 do LinkedIn aponta que a retenção de talentos passará a ser prioridade ao longo deste ano. Infelizmente, as organizações carecem de políticas e processos que gerem melhores resultados, principalmente com foco no desenvolvimento das pessoas. A habilidade do ser humano é – e sempre será – o fator-chave para o sucesso de qualquer empresa.

Dessa forma, é fundamental responder à pergunta: como é possível reter os talentos que tornam a sua corporação diferenciada?

Ruy Shiozawwa, do Great Place to Work Brasil, citou os fatores que fazem as pessoas permanecerem em seus locais de trabalho. Os dados da pesquisa foram publicados em abril de 2015, coletados entre profissionais de diferentes faixas etárias, ou seja, das diversas gerações que estão no mercado. A remuneração e os benefícios não são mais suficientes para tornar o emprego interessante. Para os jovens, a oportunidade de crescimento é o fator com maior significância (56%) para continuar numa empresa.

planejamento-derhA estabilidade no emprego, um ponto muito importante há alguns anos, já não tem mais o mesmo apelo, seja entre os mais jovens ou os mais velhos. Na realidade, poucos se interessam em ter suas posições garantidas se a qualidade de vida não for satisfatória. Para Maria do Carmo Tombesi Marini, Consultora do CEOLab e especialista de Desenvolvimento de Pessoas e Coach, o equilíbrio entre questões pessoais e profissionais passou a ser a grande conquista de todos.

“Ninguém está mais disposto a sacrificar inteiramente a família, a saúde e os momentos de lazer para ter uma boa carreira”, afirma Maria do Carmo.

O alinhamento entre os valores da companhia e os pessoais passa a ter um importante significado, especialmente para os profissionais com mais de 40 anos, momento em que a maioria dos executivos atinge o auge de seu desenvolvimento no mercado de trabalho.

A cultura da organização deve ser forte, além de atrativa: tem papel fundamental em manter os funcionários mais relevantes. “A identificação com os valores da empresa faz com que as pessoas sintam prazer e causa motivação para trabalhar, com aumento da produtividade e muito mais lealdade”, explica.

A companhia precisa ter responsabilidade com seus funcionários, que querem sentir-se apoiados em seu crescimento e desenvolvimento contínuos. Da mesma forma, a lealdade e o compromisso desses empregados devem ser explicitamente medidos e recompensados. Todos desejam ser valorizados constantemente; não apenas quando recebem propostas de trabalho melhores em outras empresas.

Obviamente, uma organização com valores claros e éticos irá remunerar seus empregados com justiça e de acordo com as exigências do mercado. Também terá uma política de benefícios compatível com as necessidades das pessoas. E, ainda, respeitará a vida pessoal de todos, não exigindo esforços além dos limites normais que possam prejudicar relações familiares, saúde ou bem-estar.

Maria do Carmo aponta ainda que sempre poderão existir aqueles que estão trabalhando apenas para receber o salário no final do mês. “Cabe à empresa descobrir por que estão desmotivados, se estão na função adequada a seu perfil, se estão passando por momentos pessoais complicados”, afirma. São os líderes que precisam ouvi-los com disponibilidade e descobrir como resgatar esses talentos perdidos, se for possível. Em último caso, é melhor afastá-los antes que afetem o comportamento de colegas.

Mais do que nunca, é importante lembrar que a gestão de pessoas exige um processo de comunicação assertivo. É necessário garantir que as informações circulem de forma rápida, sem ruídos, chegando a todos os envolvidos. Funcionários devem participar das discussões importantes para o crescimento da empresa, ou poderão sentir-se desprezados e pensar que seus esforços são insignificantes para o resultado final.

Um fator que deve ser considerado é a participação, cada vez maior, da geração Y no mercado, que tem como uma de suas principais características o engajamento em uma causa. É fundamental que essa geração perceba sua participação nos negócios e tenha suas ideias ouvidas.

Informações e processos de desenvolvimento, tais como mentoria, coaching e treinamentos, oferecidos pela organização podem também acrescentar clareza sobre o futuro, fazendo com que os colaboradores se esforcem mais para aprender e preparar-se para os próximos desafios. “O estímulo à troca de ideias, a abertura para a participação em novos projetos, a oportunidade de adquirir novas competências, tudo isso poderá ser fator de compromisso e aumento de produtividade”, finaliza.

Link: http://www2.uol.com.br/canalexecutivo/notas16/210120161.htm

Fonte: Canal Executivo

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Liderar para servir ou ser servido?

Muita gente já tentou provar que liderança é um traço de personalidade, ou seja, depende exclusivamente de características pessoais e inatas do indivíduo

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Por João Baptista Vilhena

Muita gente já tentou provar que liderança é um traço de personalidade, ou seja, depende exclusivamente de características pessoais e inatas do indivíduo. Para mim essa ideia é tão ingênua como a que leva alguns a crer que existem vendedores natos. Afinal ninguém nasce vendedor ou líder.

Pensemos em alguém que desde criança foi estimulado a desenvolver a arte de comunicar ideias, sempre encontrou amparo e respeito por suas propostas inovadoras e foi incentivado a se relacionar com pessoas diferentes. Agora compare essa pessoa à outra que passou por processo contrário. Nunca lhe deram chance de expor o que pensava, foi duramente criticada quanto a tudo o que propôs e jamais foi exposta a realidades culturais diversas. Quem terá mais chances de ser um líder melhor no futuro? A que foi oportunizada ou aquela a quem a vida negou qualquer possibilidade de desenvolver novas habilidades e competências?

Para muitos autores a competência de liderança está intimamente relacionada com as habilidades de comunicação e transmissão de ideias. Existem pessoas que adquirem essas habilidades ainda muito jovens. Há aquelas que passam a vida tentando, sem jamais serem bem sucedidas.

Há outros que definem liderança pela frequência com que uma pessoa influencia ou dirige o comportamento de outros membros do grupo. Esses afirmam que liderança “É um processo de influência orientado para a busca de resultados que os membros do grupo julgam ser estimulantes”. Na sua visão o processo de liderar equivale a “pilotar” a equipe; dependendo da capacidade do líder de prever, decidir e organizar. Essa é uma visão mais processualista, mas não é destituída de mérito se analisada pela ótica da prática do dia-a-dia.

Também existem os que afirmam que “Numa sociedade cada vez mais rápida e complexa, em que a economia condiciona a maioria das opções sociais e políticas, é importante reconhecer que fixar de forma clara uma visão, valores e objetivos é fator decisivo para o sucesso”. Logo, o maior desafio da liderança seria tratar problemas e questões muito diversas, separando o essencial do acessório, sabendo ouvir e compartilhar e tendo a coragem de tomar decisões arriscadas.

Para mim, o aumento da performance das pessoas é um dos maiores desafios do líder contemporâneo. E não é colocando-se do papel de servidor que isso será possível. Inspiro-me nas ideias de David Rock (palestrante e consultor bastante conhecido no segmento da Neuroliderança) e afirmo categoricamente que liderar é mudar o jeito que as pessoas pensam sobre as coisas. Trocando em miúdos, o grande segredo para liderar e conviver com pessoas é penetrar naquilo que muitos psicólogos cognitivos chamam de “Modelo do Iceberg”:

O Modelo do Iceberg descreve como nossa performance em qualquer área é condicionada pelos nossos hábitos. Esses hábitos são orientados pelas nossas emoções, que por sua vez são dirigidas pelos nossos pensamentos. Neste modelo, a performance e alguns hábitos são visíveis, enquanto emoções e pensamentos permanecem “abaixo da linha d’água”. Assim sendo, o que nós fazemos no trabalho tem origem na forma que pensamos sobre as coisas. É por isso que, como somos originados em uma cultura na qual o mais forte é sempre servido pelo mais fraco, fica impossível defender a ideia da liderança servidora. Afinal ninguém desejaria ser liderado por alguém mais fraco do que si mesmo.

Estou convencido de que a maioria das organizações vive uma crise de liderança. O esforço de encontrar talentos para preencher posições chave nas empresas tem sido cada vez maior, mas vem produzindo resultados muito aquém dos desejados. E como fazer para desenvolver as potenciais lideranças da nossa empresa?

Acredito que o desafio seja ensinar os líderes a desenvolver o modo de pensar dos colaboradores. Isso implica em compreender que muitas pessoas são altamente capazes, do ponto de vista individual, mas não percebem que essa competência é valorizada pela organização. Essas pessoas desejam trabalhar de forma mais inteligente, querem ser mais inteligentes e estão pedindo desesperadamente que alguém as ajude a realizar esse desejo. Mas tudo que encontram são pessoas (equivocadamente chamadas de líderes) que só valorizam a tarefa repetitiva.

Se você quer realmente se desenvolver na arte de levar pessoas a lugares e posições que elas nunca alcançariam sozinhas, ficam aqui três dicas do David Rock:

1. O comprometimento das pessoas só é garantido quando elas são estimuladas a pensar por si mesmas;

2. As pessoas demoram um pouco a se acostumar a ter suas próprias ideias, porque isso requer disciplina e energia;

3. O prazer de se descobrir capaz de fazer mais do que pensava motiva muito mais do que qualquer tapinha nas costas ou bonificação salarial.

Sei que é muito complicado definir o que é liderança. Já se chegou inclusive a afirmar que “existem quase tantas definições de liderança quantas são as pessoas que tentam defini-la”. Mas eu estou convencido – por mais que James Hunter tente provar o contrário – que definitivamente liderar não é servir. Nem tampouco é servir-se das pessoas para atingir objetivos pessoais.

João Batista Vilhena é consultor sênior do Instituto MVC. É Coordenador acadêmico do MBA em Gestão Comercial da FGV.

Já atendeu mais de 109 empresas nacionais e multinacionais de diversos setores.

Tem trinta anos de experiência profissional, é mestre em Administração pela FGV e pós-graduado em Marketing pela ESPM/RJ.

Como palestrante participou de importantes eventos nacionais e internacionais, é colunista de publicações e periódicos, autor e coautor de diversos livros.

Link:

Fonte: O Autor

Os artigos aqui apresentados representam a opinião do autor, não cabendo Dominium Contabilidade a responsabilidade pelos mesmos.

Segredos da linguagem corporal: alguns motivos pelos quais você nunca mais cruzará os braços

Veja uma análise bastante pertinente sobre o assunto e confira ainda cinco dicas que podem ajudar você em momentos importantes, como uma reunião de negócios ou uma entrevista de emprego.

A linguagem corporal ou expressões faciais são as formas de comunicação mais antigas e naturais dos seres humanos. É por isso que as pessoas que nascem cegas são capazes de reproduzir as mesmas expressões corporais que as que enxergam. Elas vêm pré-programadas nos nossos cérebros.
Eu sempre fui fascinado pela linguagem corporal e como ela nos ajuda a atingir nossos objetivos na vida. A melhor descrição do poder da linguagem corporal foi dada pela frase de Amy Cuddy: “Nossas mensagens não verbais definem o que as outras pessoas vão achar de nós”.

Se você é um pouco como eu, então você possui uma obsessão saudável pela linguagem corporal. Recentemente, alguns estudos em Harvard, Princeton e outras universidades prestigiadas ofereceram um panorama novo sobre a linguagem corporal e como usá-la no trabalho.

Então, embora a linguagem corporal seja importante para transmitir a mensagem correta, essa comunicação pode ser determinada pelo que as outras pessoas nos fazem sentir. Aqui um pequeno “insight” dos últimos estudos e de como podemos usar essa linguagem a nosso favor no dia a dia.

Seu corpo expressa emoções melhor que o seu rosto

Nós crescemos aprendendo sobre como lidar com as expressões faciais dos outros. Ainda assim, essa pode não ser a melhor maneira de julgar as emoções alheias. Pesquisadores de Princeton realizaram um experimento simples. Eles pediram a alguns voluntários que julgassem, a partir de uma foto, se as pessoas estavam felizes, tristes, se sentindo vencedoras ou perdedoras. Alguns receberam fotos com expressões faciais e outros corporais, um terceiro grupo recebeu ambas. Tente você mesmo com a imagem abaixo. Defina se os jogadores de tênis venceram ou perderam as partidas:

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os resultados não podiam ser mais surpreendentes:

Nos quatro experimentos, participantes adivinharam a emoção expressa na imagem baseados mais na linguagem corporal (sozinha ou combinada com expressões faciais) do que no contexto do rosto sozinho.

Emoções positivas e negativas, quando são extremas, se tornam bastante difíceis de serem diferenciadas, explica o responsável pelo estudo, Todorov.

Agora, fica ainda mais interessante. A linguagem corporal não é algo que nós temos que aprender. A maioria das nossas expressões emocionais vem definida no nosso sistema. Por exemplo, cientistas da British Columbia observaram os atletas congenitamente cegos nas Paralimpíadas.

Neste exemplo, o atleta da esquerda enxerga, enquanto o da direita é cego. Após a vitória, ambos apresentam a mesma linguagem para vitória:

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Então, se a linguagem corporal é tão antiga, natural e poderosa para expressar nossas emoções verdadeiras, como podemos usá-la no dia a dia para conseguirmos o que queremos?

Amy Cuddy, de Harvard, apresenta as respostas.

A linguagem corporal muda quem você é – literalmente

Em um dos meus Ted Talks preferidos (ver vídeo abaixo), Amy Cuddy explica alguns detalhes peculiares da nossa lingaugem corporal. Cuddy focou bastante no mundo dos negócios, em como a linguagem pode nos ajudar aqui e as possibilidades que parecem não ter limites.

Em Sua linguagem corporal molda quem você é Cuddy distingue dois tipos de posturas corporais: as poses “poderosas” e as “sem poder”. Aqui, o exemplo de uma pose poderosa (até demais!):

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Aqui está o exemplo de uma “sem poder”:

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Agora a pesquisa de Cuddy nos revela vários fatores interessantes. O primeiro é que expressar poses poderosas nos ajudam a conseguir melhores empregos, fazem nos sentir melhores e, no fim, mais bem-sucedidos.

E ainda vai muito além de cruzar as pernas ou braços. Cuddy explica que dentro do nosso corpo existem verdadeiras transformações acontecendo, enquanto nossa linguagem corporal muda. Isso tem bastante a ver com hormônios. Os dois hormônios em questão são:

1. Testosterona: O hormônio do “poder”, que entre outros fatores ajuda a melhorar nossa liderança, foco e atenção.

2. Cortisol: O hormônio que nos faz menos resistentes ao estresse, oprimidos e impotentes.

Aqui está o experimento de Cuddy

Eles juntaram várias pessoas em uma sala. Por dois minutos, fizeram poses poderosas e outras “sem poder”. Então, eles iam para uma entrevista de emprego. Os resultados foram maravilhosos.

Recrutadores neutros, que não sabiam quem havia feito cada pose, escolheram aqueles que tinham feito as poses das pessoas que eles gostariam de contratar. Além disso, os níveis de hormônios das pessoas mudaram drasticamente. Aqui está o aumento da testosterona e a queda do cortisol, após a mudança de postura (por apenas dois minutos!):

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Aqui estão os níveis de hormônios após a postura impotente, com uma queda considerável de testosterona e o aumento do cortisol:

Screen-Shot-2013-04-17-at-4.53.08-PMDe acordo com Cuddy, esses sçai achados que mostram que mudar nossa linguagem corporal não muda apenas nossos resultados. Muda o que somos. Então, em vez de “fingir até conseguir”, seu conselho é: “finja até você se tornar isto”.

Você pode fingir até conseguir? Sim, aqui estão cinco posturas para trabalhar hoje e responder a pergunta “Como posso trabalhar minha linguagem corporal?”

1 – Observe a posição do seu pé

Carol Kinsey Goman pesquisou a importância da linguagem corporal no ambiente de trabalho durante anos. Uma das suas melhores dicas é “observe seu pé”. Nós estamos sempre prestando atenção nas nossas expressões faciais. Ainda assim, nosso pé revela mais emoções do que nós pensamos.

“Quando você aborda duas pessoas conversando, você será recebido de duas maneiras. Se o pé de seu colega continuar no lugar e eles girarem os torsos superiores em sua direção, eles não querem que você participe. Mas se os pés estiverem abertos para lhe incluir, saiba que está convidado para participar”, afirma Carol.

Outro exemplo tirado do livro de Goman, explica como saber que a conversa acabou. Sempre que você estiver conversando com alguém cujo rosto parece prestar atenção, o corpo está virado para você, mas as pernas e pés estão virados para a porta – entenda que o papo acabou. Os pés estão comunicando que a pessoa quer ir embora. As posições dos pés são reveladoras mesmo que as pernas estejam cruzadas.

Eu comecei um experimento aqui no escritório do Buffer. Sempre que falo com alguém, eu faço questão de prestar total atenção – da cabeça aos pés. Até agora, tem sido ótimo.

2 – Sorria. Isso fará você mais feliz

Nós sorrimos por que estamos felizes. Mas funciona da maneira inversa? Pesquisadores da Universidade de Cardiff acreditam que sim. Pessoas que sorriem, mesmo que não estejam felizes, podem se sentir melhor, afirma Michael Lewis, co-autor do estudo. “A nossa forma de sentir as emoções não estão restritas ao nosso cérebro – existem partes do nosso corpo que ajudam a reforçar o que estamos sentindo”, diz.

Claro, a capacidade de sorrir é uma outra história. Por ora, tente sorrir no banheiro ou em um lugar calmo, antes de uma conversa difícil, entrevista de emprego. Vai ajudar você a ser mais bem-sucedido.

3 – Pratique as “poses poderosas” de Amy Cuddy antes de reuniões importantes

Amy Cuddy sugere três diferentes poses para praticar por dois ou três minutos antes de uma conversa importante.Tente fazer isso em um lugar calmo e veja se elas trazem os mesmos resultados para você.

4 – Realinhe seu corpo para manter harmonia com o seu colega durante a conversa

Goman sugere que você tente se alinhar de forma harmônica com o seu colega durante a conversa. Assim, você poderá resolver as tensões durante a conversa e criar soluções mais rapidamente. “Se você está fisicamente alinhado com essa pessoa (sentado ou em pé, ombro a ombro, encarando a mesma direção), você vai resolver a situação. É difícil construir um relacionamento no começo, mas prestar atenção no alinhamento faz uma grande diferença. Tente”, ressalta.

5 – Baixe sua voz com uma respiração profunda

Embora não seja exatamente uma dica para linguagem corporal, essa é uma das minhas preferidas. Homens e mulheres com vozes profundas são melhores candidatos a cargos de liderança e geralmente são percebidas como grande autoridades.

Para baixar sua voz, especialmente antes de uma entrevista, tente dar um respiro profundo. Vai relaxar a área da sua gargante, o que geralmente contrai e aumenta o tom da sua voz.

Fonte: Portal Administradores

Faça valer o poder da empatia nos negócios e nas relações pessoais

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo, ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo.

Por Denise Varela

Quando você ouve a notícia de um único ganhador do sorteio da Mega Sena que embolsou centenas de milhões de reais, você pensa que poderia ser você ou alguém de seu ciclo de relacionamento? Provavelmente sim.

Quem não quer começar o ano com uma bolada no bolso?

Pois então você já sabe um pouco sobre a empatia.

Por definição, empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.

Resumidamente, é se colocar no lugar do outro. E este gesto faz toda a diferença, seja nas relações pessoais ou no ambiente de trabalho.

Esse exercício de se colocar no lugar do outro pode não ser tão fácil. Todas as vezes que assistimos a relatos sobre bullying no trabalho, assédio moral, sobrecarga de funções e outras questões do mundo corporativo e mesmo empreendedor, temos a tendência de não considerarmos que o mesmo poderia estar acontecendo conosco, com nossos familiares ou, até mesmo, com algum de nossos amigos mais próximos.

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo (mudanças sociais, econômicas e culturais) poder ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo.

Com origem no termo em grego empatheia, que significava “paixão”, a empatia pressupõe uma comunicação afetiva com outra pessoa, e é uma das bases da identificação e compreensão psicológica de outros indivíduos.

Como relata Denis Pincinato, especialista em Psicodrama das Organizações, em entrevista ao portal Catho Online, empresas de culturas mais avanças investem em gestão de pessoas com treinamentos e acompanhamentos constantes abordando temas subjetivos que têm como meta aumentar a performance das pessoas no ambiente de trabalho. “De forma muito simples, essas empresas conseguiram reduzir o grau de incerteza, que é um grande gerador de tensão para qualquer ser humano agir com empatia, e, ao estabelecer uma comunicação direta e aberta, definiram planos de ação baseados na identificação dos pontos que mais impactam na satisfação profissional de seus colaboradores”, explica.

Mesmo que você não esteja à frente de uma grande organização, você pode e deve usufruir de uma comunicação Efetiva e Afetiva para buscar melhores resultados.

“Conhecer um pouco mais sobre a história de vida de seu colaborador ou chefe, buscar informações sobre seus sonhos e desejos, ouvir de forma verdadeira e apoia-lo nos momentos de dúvida e tomada de decisão, são os passos propostos pelo programa Empatia em Ação (clique aqui para saber mais). Esse programa, se aplicado de forma efetiva, tem o poder de elevar as relações interpessoais a um novo patamar, regidos pela confiança e cumplicidade, alcançando níveis de comprometimento e engajamento muito superiores aos encontrados nas organizações hoje em dia”, relata o especialista.

Desenvolvendo a habilidade da empatia

Um dos atributos para ser empático é ser um bom ouvinte. Além disso, aprendemos mais quando ouvimos do que quando falamos.

Para quem busca desenvolver esta habilidade, é preciso desenvolver também o autoconhecimento, ter disponibilidade para conhecer o outro, consciência social e saber gerenciar seus relacionamentos.

Tarefa nada fácil, confesso, mas com boa vontade e um pouco de desprendimento, todos podemos chegar lá!

Benefícios da prática da empatia nos negócios

– Engajamento social

– Equilíbrio emocional

– Alto rendimento e comprometimento (dos líderes e do liderado)

– Melhoria do clima organizacional

– Identificação dos propósitos

– Relacionamentos saudáveis

– Desenvolvimento pessoal

– Aumento do FIB (Felicidade Interna Bruta)

Empatia diferente de Simpatia

A empatia é diferente da simpatia, porque a simpatia é uma resposta intelectual, enquanto a empatia é uma fusão emotiva. A simpatia revela uma vontade de estar na presença de outra pessoa e de agradá-la. Já a empatia faz brotar uma vontade de compreender e conhecer outra pessoa.

Cuidado com as armadilhas!

De acordo com Pincinato, na empatia podem estar algumas armadilhas. Fique atento:

A complacência é a primeira delas. Ao conhecer melhor a história de seu colaborador e conseguir se conectar emocionalmente, é possível que você seja menos rigoroso em algumas situações. O fato de você conhecer suas origens e entender como o outro pensa e age não quer dizer que você deva “deixar para lá” quando ele cometer algum deslize ou entregar algo diferente do que foi combinado.

O paternalismo é a segunda armadilha ou também podemos chamar de “queridinho do papai / queridinho da mamãe”. A conexão alcançada através da empatia pode fazer com que você privilegie um colaborador sem a utilização de critérios justos.

A falta de ação é a terceira armadilha. Quando a conexão com a outra pessoa se torna muito grande a ponto de você se identificar plenamente com seus problemas e aflições, é possível que você não consiga sair do estado do “muro das lamentações”.

Ainda segundo Pincinato, imparcialidade é fundamental. “Para não sermos nem complacentes e nem paternalistas, devemos lembrar que existem critérios de avaliação e de justiça que devem ser utilizados para nortear nossas ações. Caso você esteja infringindo seus critérios, provavelmente você está beneficiando alguém apenas pelo lado da emoção e outras pessoas não aprovarão sua atitude” explica.

Parece óbvio, mas na correria do dia a dia, acabamos por não lembrar: somos humanos.

Sim! Vamos trabalhar, vamos buscar nossos objetivos, vamos suar… mas também vamos viver, sorrir, sentir e, por vezes, chorar (somos humanos, lembra?)

Desenvolva as pessoas, se desenvolva, persista e insista. Quase nunca será fácil, mas sempre possível. Ao se conhecer, você estará mais apto a se colocar no lugar do outro, e com isso desfrutar de tudo o que dissemos até aqui.

“Tire o melhor das pessoas, sem se aproveitar delas” (autor desconhecido).

Link: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/faca-valer-o-poder-da-empatia-nos-negocios-e-nas-suas-relacoes-pessoais/92535/

Fonte: Administradores
As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Faça valer o poder da empatia nos negócios e nas relações pessoais

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo, ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo

Por Denise Varela

Quando você ouve a notícia de um único ganhador do sorteio da Mega Sena que embolsou centenas de milhões de reais, você pensa que poderia ser você ou alguém de seu ciclo de relacionamento? Provavelmente sim.

Quem não quer começar o ano com uma bolada no bolso?

Pois então você já sabe um pouco sobre a empatia.

Por definição, empatia significa a capacidade psicológica para sentir o que sentiria uma outra pessoa caso estivesse na mesma situação vivenciada por ela. Consiste em tentar compreender sentimentos e emoções, procurando experimentar de forma objetiva e racional o que sente outro indivíduo.

Resumidamente, é se colocar no lugar do outro. E este gesto faz toda a diferença, seja nas relações pessoais ou no ambiente de trabalho.

Esse exercício de se colocar no lugar do outro pode não ser tão fácil. Todas as vezes que assistimos a relatos sobre bullying no trabalho, assédio moral, sobrecarga de funções e outras questões do mundo corporativo e mesmo empreendedor, temos a tendência de não considerarmos que o mesmo poderia estar acontecendo conosco, com nossos familiares ou, até mesmo, com algum de nossos amigos mais próximos.

Num mundo acelerado em que tudo parece mudar o tempo todo (mudanças sociais, econômicas e culturais) poder ser uma pessoa empática pode trazer resultados positivos para você, seus liderados, líderes e pessoas do seu convívio mais íntimo.

Com origem no termo em grego empatheia, que significava “paixão”, a empatia pressupõe uma comunicação afetiva com outra pessoa, e é uma das bases da identificação e compreensão psicológica de outros indivíduos.

Como relata Denis Pincinato, especialista em Psicodrama das Organizações, em entrevista ao portal Catho Online, empresas de culturas mais avanças investem em gestão de pessoas com treinamentos e acompanhamentos constantes abordando temas subjetivos que têm como meta aumentar a performance das pessoas no ambiente de trabalho. “De forma muito simples, essas empresas conseguiram reduzir o grau de incerteza, que é um grande gerador de tensão para qualquer ser humano agir com empatia, e, ao estabelecer uma comunicação direta e aberta, definiram planos de ação baseados na identificação dos pontos que mais impactam na satisfação profissional de seus colaboradores”, explica.

Mesmo que você não esteja à frente de uma grande organização, você pode e deve usufruir de uma comunicação Efetiva e Afetiva para buscar melhores resultados.

“Conhecer um pouco mais sobre a história de vida de seu colaborador ou chefe, buscar informações sobre seus sonhos e desejos, ouvir de forma verdadeira e apoia-lo nos momentos de dúvida e tomada de decisão, são os passos propostos pelo programa Empatia em Ação (clique aqui para saber mais). Esse programa, se aplicado de forma efetiva, tem o poder de elevar as relações interpessoais a um novo patamar, regidos pela confiança e cumplicidade, alcançando níveis de comprometimento e engajamento muito superiores aos encontrados nas organizações hoje em dia”, relata o especialista.

Desenvolvendo a habilidade da empatia

Um dos atributos para ser empático é ser um bom ouvinte. Além disso, aprendemos mais quando ouvimos do que quando falamos.

Para quem busca desenvolver esta habilidade, é preciso desenvolver também o autoconhecimento, ter disponibilidade para conhecer o outro, consciência social e saber gerenciar seus relacionamentos.

Tarefa nada fácil, confesso, mas com boa vontade e um pouco de desprendimento, todos podemos chegar lá!

Benefícios da prática da empatia nos negócios

– Engajamento social

– Equilíbrio emocional

– Alto rendimento e comprometimento (dos líderes e do liderado)

– Melhoria do clima organizacional

– Identificação dos propósitos

– Relacionamentos saudáveis

– Desenvolvimento pessoal

– Aumento do FIB (Felicidade Interna Bruta)

Empatia diferente de Simpatia

A empatia é diferente da simpatia, porque a simpatia é uma resposta intelectual, enquanto a empatia é uma fusão emotiva. A simpatia revela uma vontade de estar na presença de outra pessoa e de agradá-la. Já a empatia faz brotar uma vontade de compreender e conhecer outra pessoa.

Cuidado com as armadilhas!

De acordo com Pincinato, na empatia podem estar algumas armadilhas. Fique atento:

A complacência é a primeira delas. Ao conhecer melhor a história de seu colaborador e conseguir se conectar emocionalmente, é possível que você seja menos rigoroso em algumas situações. O fato de você conhecer suas origens e entender como o outro pensa e age não quer dizer que você deva “deixar para lá” quando ele cometer algum deslize ou entregar algo diferente do que foi combinado.

O paternalismo é a segunda armadilha ou também podemos chamar de “queridinho do papai / queridinho da mamãe”. A conexão alcançada através da empatia pode fazer com que você privilegie um colaborador sem a utilização de critérios justos.

A falta de ação é a terceira armadilha. Quando a conexão com a outra pessoa se torna muito grande a ponto de você se identificar plenamente com seus problemas e aflições, é possível que você não consiga sair do estado do “muro das lamentações”.

Ainda segundo Pincinato, imparcialidade é fundamental. “Para não sermos nem complacentes e nem paternalistas, devemos lembrar que existem critérios de avaliação e de justiça que devem ser utilizados para nortear nossas ações. Caso você esteja infringindo seus critérios, provavelmente você está beneficiando alguém apenas pelo lado da emoção e outras pessoas não aprovarão sua atitude” explica.

Parece óbvio, mas na correria do dia a dia, acabamos por não lembrar: somos humanos.

Sim! Vamos trabalhar, vamos buscar nossos objetivos, vamos suar… mas também vamos viver, sorrir, sentir e, por vezes, chorar (somos humanos, lembra?)

Desenvolva as pessoas, se desenvolva, persista e insista. Quase nunca será fácil, mas sempre possível. Ao se conhecer, você estará mais apto a se colocar no lugar do outro, e com isso desfrutar de tudo o que dissemos até aqui.

“Tire o melhor das pessoas, sem se aproveitar delas” (autor desconhecido).

Link: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/faca-valer-o-poder-da-empatia-nos-negocios-e-nas-suas-relacoes-pessoais/92535/

Fonte: Administradores

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

A verdade sobre seus pontos fortes

Entenda por que fazer algo de maneira excelente nem sempre pode ser considerado um ponto forte

Por Gisele Meter

Durante muito tempo acreditei que ponto forte era algo que se sabia fazer bem feito, ao passo que ponto fraco era algo que precisava ser desenvolvido. Estudando um pouco mais sobre o tema, percebi que tudo o que imaginava se tratava de um grande equívoco, pois o que sempre acreditei ser um ponto forte era na verdade uma habilidade bem desenvolvida. Sendo assim, podemos pensar de maneira mais simplificada o que é visto como ponto fraco, ponto forte e habilidade. Dentre as várias definições para ponto fraco, a que mais me identifico é aquela que denomina ser qualquer atividade que te faça se sentir mais fraco, entediado e desmotivado, mesmo que seu desempenho seja excelente, pois é algo que esgota energias e causa tédio ou faz com que você se desvie de seu objetivo principal, aquele idealizado por você ao longo dos anos. Ponto fraco é aquela atividade que só em pensar causa desânimo, angústia ou tristeza. Vemos muito isso a nossa volta. Um emprego enfadonho pode sim ser o ponto fraco de alguém – algo que enfraquece, mesmo que seja realizado de maneira excelente e inquestionável.

Já o ponto forte é algo que como o próprio nome diz, faz sentir mais fortalecido, é aquilo que desperta a vontade em fazer, que motiva e que não precisa de esforço para manter a concentração, porque é prazeroso, realiza e faz bem. Algo que quando é concluído, gera uma sensação imensa de bem estar.

Muitas pessoas confundem ponto forte com habilidades bem desenvolvidas e é aí que mora o perigo, pois podem acabar por anos a fio fazendo o que no fundo não suportam simplesmente porque consideram que aquilo é o ponto forte delas, não percebendo que levaram anos treinando tal habilidade para serem exímios executores daquilo que fazem de maneira quase que automática.

Deve ser por isso que vemos tantas pessoas infelizes no trabalho, na carreira e na vida de forma geral, porque passam grande parte do tempo focando nas habilidades e não nos pontos fortes. Fazendo isso, geram insatisfação, potencializando ainda mais os pontos fracos. Parece algo contraditório, mas é totalmente válido e real. Basta olhar a sua volta ou pior – e espero que este não seja o seu caso – basta olhar para si mesmo.

É preciso entender que habilidade desperdiçada com algo que você não gosta de realizar acaba se transformando em ponto fraco, trazendo uma sensação de angústia, frustração e até mesmo desespero, como se você estivesse sempre no lugar errado, andando em círculos sem caminhar para a direção que sonhou um dia.

É quase assustador pensar que se pode passar uma vida profissional distante de seus pontos fortes, apenas alimentando suas fraquezas – mas é isto que torna um profissional medíocre, a falta de reflexão acerca daquilo que realiza.

Talvez por acomodação ou falta de coragem as pessoas acabam vivendo de maneira medíocre, em um emprego que não agrega, não desenvolve e não realiza e por fim desperdiçam toda sua energia em algo que não faz bem. Sabemos que estamos desenvolvendo um ponto forte, quando ao final do dia, temos aquela sensação de missão cumprida, de ser valioso e principalmente de sentir que está no lugar certo, fazendo o que é certo, sem procurar atender expectativas alheias ou aquilo que os outros acham que você faz bem. Ninguém sabe melhor de suas potencialidades do que você mesmo.

E lembre-se, ponto forte não é aquilo que você faz bem, isto é habilidade. Ponto forte é aquilo que te fortalece e te faz sentir realizado, o resto é apenas uma tentativa frustrada de agradar aos outros e enganar a si mesmo.

Link: http://www.administradores.com.br/artigos/carreira/a-verdade-sobre-seus-pontos-fortes/77042/

Fonte: Administradores

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

5 dicas para proteger seu escritório contábil da crise

 

Nos últimos meses, temos observado com apreensão a dificuldade econômica do país, e dentro desse cenário de incertezas é inevitável pensar em formas de proteger seu escritório contábil da crise.

Nos últimos meses, temos observado com apreensão a dificuldade econômica do país, e dentro desse cenário de incertezas é inevitável pensar em formas de proteger seu escritório contábil da crise. Pensando em te orientar, listamos aqui 5 dicas para que você consiga manter firme a sua empresa mesmo em águas mais revoltosas. Assim como uma construção deve começar pelo alicerce e não pelo telhado, é importante seguir as etapas por ordem lógica, trabalhando primeiro com medidas preventivas. Confira!

Seja cauteloso

Em especial nos tempos em que nos encontramos, é importante seguir algumas medidas para prever e evitar possíveis problemas, como a inadimplência dos clientes, que possam prejudicar o seu fluxo de caixa. Considere esses pontos:

Faça uma análise antecipada

Nessa etapa inicial, você pode ter uma ideia de como está a situação da empresa por meio de uma análise cadastral e de crédito para entender a capacidade ou não de pagamento do cliente, bem como a integridade dos dados dele.

Aproxime-se do cliente

Esse aspecto é fundamental para proteger seu escritório contábil da crise, uma vez que ao se aproximar do seu cliente, ele vai entender o valor dos seus serviços e perceber a sua efetiva participação no sucesso do negócio dele. Mostre o seu valor!

Atender bem o cliente é pré-requisito para qualquer empresa que queira se manter no mercado. Mas apenas ser educado e manter o serviço em funcionamento não necessariamente vai garantir um atendimento de qualidade. Assim, para ter um atendimento ao cliente que seja o diferencial do seu escritório é preciso investir em bons profissionais, que gostem do fazem, e em metodologias que sejam eficientes e personalizadas.

Uma premissa do bom atendimento que deve ser rotina para sua equipe é saber ouvir o cliente. Colocar-se no lugar dele, entender quais são suas necessidades e só assim partir para as possíveis soluções. E para conhecer essas necessidades, nada melhor do que fazer as perguntas certas. Você pode, inclusive, criar um pequeno roteiro de atendimento para facilitar, mas com cuidado para não deixar o processo robotizado e frio, afinal, ninguém gosta de respostas prontas. Estabelecer uma relação de proximidade com o cliente também vai ajudá-lo a melhorar o seu produto, criando outros diferenciais ou aprimorando o que já existe.

Faça o que deve ser feito

A maioria das empresas que contrata um serviço contábil está ciente da importância dele e de quais as obrigações de cada parte. Mesmo assim, as condições de prestação dos serviços devem ser bem esclarecidas, e esse é o próximo aspecto que iremos abordar.

Uma dica importante é encontrar uma fatia de mercado para que sua empresa torne-se referência e, assim, conquiste mais espaço. Essa, aliás, é uma das grandes vantagens de ter um escritório contábil com um foco específico: a credibilidade. Afinal, você vai atender um nicho e poderá se tornar especialista na área, gerando indicações entre aqueles que fazem parte do seu público. E como fazer isso?

O primeiro passo é conhecer bem a sua empresa e o mercado. Avaliar o que cada concorrente tem desenvolvido e onde você pode encontrar uma brecha para mostrar sua eficiência e seu diferencial. Se seu escritório já tem tradição e boa reputação com clientes pessoa física, por que não se tornar referência nessa área? Conhecer o perfil dos profissionais que atuam na sua empresa também é fundamental para fazer a segmentação do seu negócio, assim você pode aproveitar o expertise de cada um para segmentar melhor o trabalho e o atendimento.

Formalize as condições comerciais e de pagamentos

No contrato, devem estar especificadas de forma bem clara todas as condições de pagamento, as multas e juros que incidirão sobre eventuais atrasos e datas limite para pagamentos, condições e exigências para a prestação dos serviços e possíveis suspensões em caso de problemas.

Ainda sobre as formas de pagamento, é melhor para a saúde financeira do seu escritório e do seu cliente que sejam utilizadas formas de pagamento que facilitem o seu acompanhamento e evitem que o seu cliente se esqueça de efetuá-lo, como boleto bancário e DDA (Débito Direto Autorizado), que não exigem grande estrutura para a implantação.

Mas o que fazer caso o cliente já esteja inadimplente? Aqui não tem mistério: faça a cobrança. É importante que o responsável por isso esteja preparado para entender a situação do cliente, mas também para lembrá-lo do compromisso com a sua contabilidade — sem agressividade, claro.

Esteja disposto a proteger seu escritório contábil da crise

Até aqui, seguimos passos para amenizar a crise em seu escritório contábil, trabalhando na prevenção da inadimplência e em medidas para reduzi-la. Mas há casos em que a situação já está mais avançada e, para esses, é preciso tomar uma importante medida:

Reorganize sua carteira de clientes

Essa quase sempre é uma das decisões mais difíceis de tomar, mas, acredite, nesse estágio ela é determinante para que o escritório não chegue à falência. Faça perguntas que o ajudem nesse processo.

Esse cliente tem o hábito de atrasar o pagamento dos honorários?
Nos últimos 6 meses, quantos meses ele atrasou os honorários?
Ele deu alguma satisfação ou esperou a cobrança do escritório para isso? Se esperou, qual foi a explicação para ter atrasado?
Como está a estrutura de trabalho do cliente? Ela aumentou ou diminuiu?
Existe discrepância entre as receitas e as despesas? Se sim, qual o motivo?
Responder a esses questionamentos vai ajudá-lo a entender em que situação estão seus clientes e a sua própria empresa, possibilitando proteger seu escritório contábil da crise.

Link: http://blog.sage.com.br/5-dicas-para-proteger-seu-escritorio-contabil-da-crise/

Fonte: Sage

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.

Os 7 pecados capitais da Comunicação para Pequenos Negócios

Saiba o que NÃO fazer quando for tratar das suas estratégias de comunicação.

Por Gustavo Mota

shutterstock_69022777Empreender hoje no Brasil não é tarefa para qualquer um. Frente a dezenas de desafios, uma das que mais assombram os empreendedores é: “como vou investir na comunicação do meu negócio?”. E não é para menos, muitos pecam na hora de criar uma estratégia. Por isso, listamos aqui os 7 pecados capitais da Comunicação para Pequenos Negócios, para você se prevenir:

1) Acreditar que Marketing é só para Grandes Empresas

O Marketing é democrático. Tem estratégia para todos os estilos, segmentos, tamanhos de empresas e para todos os bolsos. Você pode começar ao criar um logo profissional, em seguida investir em materiais institucionais, depois partir para um canal de comunicação. O importante é entender o que funciona, o que seu público quer e como ele quer se sentir ao interagir com sua marca. Os 4 P’s do Marketing é um dos conceitos mais fundamentais e tradicionais do Marketing, pois ele envolve as quatro áreas principais: preço, praça, produto e promoção, ou seja, Marketing é muito mais do que um anúncio bonito, é como você qualifica e precifica seu produto, onde ele está exposto, como ele é entregue ao seu cliente e como você fala dele.

2) Deixar o seu “sobrinho” criar sua marca

A marca do seu negócio será responsável por muitas “primeiras impressões”, já pensou nisso? Toda vez que alguém vir sua marca em um anúncio, em uma placa na recepção de um prédio, no cartão de visitas ou nos jornais, ela será responsável por gerar um impacto, podendo ser positivo, negativo ou simplesmente irrelevante. Por isso, o processo de criação de logo profissional é um dos mais importantes no desenvolvimento de uma empresa, e você com certeza não vai querer deixar sua marca na mão de um amador, não é mesmo? Criação de logotipo é assunto sério para a gente e aconselhamos que você também acredite nisso.

3) Não investir no seu time como Canal de Comunicação

Nos primeiros anos de sua empresa, você provavelmente estará frente a frente com seu cliente. Mas com o tempo e com a empresa crescendo (e esperamos que isso aconteça), você estará liderando pessoas e cada vez menos no dia a dia com seus consumidores. Por isso, o seu time tem que estar muito alinhado, principalmente, com os valores da sua empresa. A experiência profissional é importante na hora de contratar, mas ter fit com os valores da empresa é essencial para o sucesso, senão você nunca chegará onde quer.

E o que isso tem a ver com Comunicação? Tudo! A cada experiência incrível que seu time proporciona ao cliente, novas indicações acontecem e o famoso boca a boca só vai aumentando o saldo positivo. Mas a cada experiência negativa, pode ter certeza que o “menos” também entra no jogo.

4) Cometer erros básicos e achar que ninguém está vendo

Sabe quando aquele errinho de gramática passou despercebido e foi enviado no e-mail? Ou o Flyer que saiu sem o site da empresa? Esses erros geram muito mais polêmica e repercussão nas grandes empresas, é verdade, mas não é por isso que você vai deixar sua empresa parecer amadora e relevar esses erros.

Uma frase muito boa que o Andre Diamand falou em uma mentoria da 21212 é “Você não precisa ser grande, precisa parecer ser grande” e isso faz todo sentido nesse contexto: você pode vender sua empresa muito bem e entregar um serviço qualificadíssimo, sem precisar estar em um centro comercial requisitado da sua cidade. O que você precisa é entregar resultado excelente, ter uma imagem incrível e uma base de clientes e fãs engajada.

5) Marketing ser o primeiro da lista no corte de “gastos”

Marketing não é gasto, é investimento. E um investimento que, quando bem feito, se paga sozinho. Essa é uma das premissas de um bom resultado de uma campanha. Se você realiza uma boa campanha e o resultado em vendas não vem, pode ter certeza que algo está errado na estratégia, na execução, ou até mesmo no próprio produto. Pense bem, se você não investir em formas para trazer novos clientes ou fazer os atuais retornarem, quem irá comprar? E isso se tornará um ciclo. Por isso, da próxima vez que pensar em cortar a verba do Marketing, pense se você não está colocando de lado sua fonte de receita.

6) Não medir os resultados das campanhas que você faz

É essencial que você meça o ROI (Return of Investment) das suas campanhas, pois só assim saberá se está torrando dinheiro ou se a estratégia está funcionando. Algumas estratégias são mais fáceis de mensurar, como campanhas de mídia paga online em que você consegue rastrear exatamente cada conversão.

Agora, como mensurar um anúncio ou uma distribuição de flyer? Nós geralmente indicamos que coloque um cupom de desconto específico, ou algum outro benefício (ou recompensa) que faça o cliente entrar em contato por aquela chamada. De preferência, que seja diferente de outras promoções – assim, você terá certeza do resultado da campanha.

7) Vender seu produto

Vender seu produto pode ser um dos maiores tiros no pé de uma empresa. Sim, é isso mesmo que você leu: o cliente não quer massa feita de trigo, água, fermento e cereais; ele quer um pão francês quentinho e saboroso para tomar no café da manhã com a família.

Percebe a diferença? O cliente quer os benefícios, o prazer, a sensação que seu produto vai dar para ele. Dando um outro exemplo, um software de gestão financeira obviamente irá organizar suas contas, informar o fluxo de caixa e dar lembretes de contas a pagar, mas, na verdade, você o usa para ter mais tempo para outras atividades e tranquilidade em saber facilmente os dados financeiros do seu negócio.

Por isso, pense: por que seu cliente vai usar seu produto ou contratar seu serviço? Qual o real problema que ele resolve? Qual será a sensação e experiência que ele terá ao usar seu produto? Pensando assim, pode apostar que sua empresa será essencial para ele.

Link: https://endeavor.org.br/pecados-comunicacao-pequenos-negocios/

Fonte: Endeavor

As matérias aqui apresentadas são retiradas da fonte acima citada, cabendo à ela o crédito pela mesma.